Muitas vezes o ser humano tomado por ondas de modismos deixa coisas muito importantes para trás, principalmente à sabedoria popular. Na quarta feira passada, dia 04/11/2008, durante a abertura da II mostra Acadêmica da FAMES, faculdade Metodista de Santa Maria, ao assistir a palestra do professor Dr. Áttico Chassot, que abordou o tema: ciência, pude reafirmar o que há muito tempo venho pensando: A ciência é tida como domínio das elites e dos grandes pesquisadores, o que é uma verdade na atualidade, mas contrário a isto, acredito que todos nós, de alguma forma, somos produtores de ciência.
Um exemplo que posso citar é o meu avô Antônio Boemo, já falecido, mas que nunca deixarei de esquecer, era um homem simples, muito dedicado à família e ao trabalho. Vivia em uma cidade chamada Formigueiro, no interior do Rio grande do Sul. Ele possuía uma madeireira e um pequeno pedaço de terra onde plantava para o sustento da família. Bom, a mais de cinqüenta anos atrás ele já possuia o conhecimento que, quando o homem usa da terra para plantio é preciso dar descanso no intervalo entre culturas, para que justamente não houvesse desgaste destas áreas.
Hoje este tipo de tratamento chama se rodízio de culturas ou manejo do solo pelo lado da ciência. Mesmo que meu avô não soubesse explicar com a linguagem da ciência, tinha um forte conhecimento das limitações da natureza e como é importante a preservação do meio ambiente. Acredito ser muito importante não haver este distanciamento entre a sabedoria popular e a ciência moderna, elas na verdade se completam e não duvido que todos estes problemas que acontecem pelo mundo são gerados por esta falta de interligação.
Um exemplo que posso citar é o meu avô Antônio Boemo, já falecido, mas que nunca deixarei de esquecer, era um homem simples, muito dedicado à família e ao trabalho. Vivia em uma cidade chamada Formigueiro, no interior do Rio grande do Sul. Ele possuía uma madeireira e um pequeno pedaço de terra onde plantava para o sustento da família. Bom, a mais de cinqüenta anos atrás ele já possuia o conhecimento que, quando o homem usa da terra para plantio é preciso dar descanso no intervalo entre culturas, para que justamente não houvesse desgaste destas áreas.
Hoje este tipo de tratamento chama se rodízio de culturas ou manejo do solo pelo lado da ciência. Mesmo que meu avô não soubesse explicar com a linguagem da ciência, tinha um forte conhecimento das limitações da natureza e como é importante a preservação do meio ambiente. Acredito ser muito importante não haver este distanciamento entre a sabedoria popular e a ciência moderna, elas na verdade se completam e não duvido que todos estes problemas que acontecem pelo mundo são gerados por esta falta de interligação.
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